TC Guiné-Bissau – Tribunal de Contas da Guiné-Bissau Assina a Carta de Compromisso ao Selo de Igualdade de Género para Instituições Públicas

No ato de encerramento do workshop de apresentação do programa Selo de Igualdade de Género para Instituições Públicas na Guiné-Bissau, que vinha a decorrer desde o passado dia 7 de julho corrente, em Bissau, o Presidente do Tribunal de Contas procedeu assinatura da Carta de Compromisso com a Igualdade de Género, marcando assim a adesão institucional do Tribunal de Contas à essa nobre iniciativa do PNUD que visa a implementação de práticas de gestão que assegurem igualdade de oportunidades, valorização do mérito, respeito pela dignidade de todas as pessoas.

O ato solene de assinatura da carta e adesão ao programa de Selo de Igualdade de Género para Instituições Públicas, teve lugar no dia 9 de julho de 2026, e contou com a presença de entidades públicas de promoção e defesa da igualdade de género.

O Selo de Igualdade de Género para Instituições Públicas é uma iniciativa do PNUD que usa um processo sistemático comum para apoiar, acelerar e reconhecer os esforços de instituições públicas em direção ao avanço da igualdade de género.

Na sua intervenção, o Presidente do Tribunal de Contas felicitou o PNUD pela conceção e implementação desta importante iniciativa, e ainda manifestou reconhecimento institucional do Tribunal de Contas para com a União Europeia, enquanto principal financiadora do projeto Pro PALOP-TL ISC, que tem contribuído muito na transformação institucional do TCGB.

Ainda, na sua alocução, o Venerando Presidente do TCGB, não só comprometeu em zelar pelo respeito institucional da igualdade de género, como também, enfantizou que o TCGB atualmente conta com 8 mulheres em cargos de direção intermédia, entre 5 Diretoras de Serviços e 3 Chefes de Repartições, representando 61,54% do total das posições de direção existentes na instituição, contra 38,46% de homens.

Ao aderir ao programa de Selo de Igualdade de Género, o TCGB assume compromisso de avaliar as práticas internas, identificar eventuais obstáculos à igualdade de género, desenvolver mecanismos de monitorização e implementar medidas que permitam consolidar uma cultura institucional mais inclusiva.

Fonte: Tribunal de Contas de Guiné-Bissau